
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
mudança de comportamento
Aqui estou eu sozinho com o tempo
O tempo que você me pediu
Isso é orgulho do passado
Um presente pra você
Uma delicada lembrança
Branca neve que nunca senti
Solidão me deixe forte
Talvez resolva meus problemas
Eu morreria por você
Na guerra ou na paz
Eu morreria por você
Sem saber do que sou capaz
Pa pa pa pa pa... pa pa pa pa pa....
Mudanças no meu comportamento
Distância louca de mim mesmo
Vontade de sentir o passado
Presente pra você
Eu morreria por você
Eu morreria por você
Eu morreria por você
Eu morreria por você
Sem saber do que sou capaz
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Hoje o Neguinho completa 14 anos.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
doce novembro
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
...
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Chico Buarque
Minha mãe sempre diz: não há dor que dure para sempre!
Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!
E apesar de saber de tudo isso.Porque algumas dores duram tanto?
Porque alguns sentimentos (diga-se de passagem os mais ridículos) demoram tanto a passar?
Porque olhar pra ele reaviva esperanças perdidas e suscitas lágrimas quentes até então contidas?
Porque o cérebro ainda não inculcou no coração que esquecer faz bem a saúde?
Porque tudo não pode ser como um bonito filme francês?
quarta-feira, 20 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A TRISTEZA PERMITIDA - Marta Medeiros
terça-feira, 28 de junho de 2011
a dor que mais dói
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu,
Do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco de melancia; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald’s; se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos.
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer…
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo
agora depois que acabou de ler.
Martha Medeirosou Miguel Falabela?
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Viciada =)
Your will changes everyday
It's a choice you gotta make
I can't help you if I want to
Down here nothing gets a chance
It's a threat that's real enough
We can burn this bridge or stay here
It's a breeze everlasting like time
Making so sure that
I can return just to see it from your side again
Always never seems to work
It's a word you never learned
I don't really see a way clear
It's a sea ever churning in tides
In the sureness of time
That our words will repeat now forever again
Well this might take a while to figure out now
So don't you rush it
And hold your head up high right through the doubt now
'Cause it's just a matter of time
You've been running so fast
It's the seven day mile
Has you torn in-between here and running away
I don't have a choice in this
It's a road I've come upon
You can join us if you want to
Always never seems to work
It's a word we never learned
Time will be the judge of all here
This might take a while to figure out now
So don't you rush it
And hold you're head up high right through the doubt now
'Cause its just a matter of time
You've been running so fast
It's the seven day mile
Has you torn in-between here and running away
It's line you've been wanting, it's your time
It's the seven day mile
Has you torn in-between here and never again
Never again
domingo, 5 de junho de 2011
Drummond
Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e, o mais importante, acreditar em você de novo. Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado. Chorou muito? Foi limpeza da alma. Ficou comraiva das pessoas?Foi para perdoá-las um dia. Sentiu-se só por diversasvezes? É porque fechaste a porta até para os anjos.Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.Pois é... agora é hora de reiniciar, de pensar na luz, deencontrar prazer nas coisas simples de novo.Um corte de cabelo arrojado diferente, um novo curso, ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa. Olha quanto desafio, quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando... Ta se sentindo sozinho? Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento".Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você. Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamos, ficamos horríveis. O mau humor vai comendo nosso fígado, até a boca fica amarga. Recomeçar...Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Alto? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor. Queira coisas boas para a vida. Pensando assim, trazemos prá nós aquilo que desejamos.Se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos. Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida. E é hoje o dia da faxina mental.Jogue fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes. Fotos, peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados.
Jogue tudo fora, mas principalmente esvazie seu coração. Fique pronto para a vida, para um novo amor.
Lembre-se, somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes, afinal de contas, nós somos o "Amor".
Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.
sábado, 21 de maio de 2011
Martha Medeiros
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ... Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois ... se calhar ... Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos ... me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar ... experimente me amar!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Drummond
Amar
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
domingo, 15 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Mania de escolhas...
Azul ou amarelo?
Voar ou andar?
Gato ou cachorro?
Trabalho ou paixão?
Cansei.
Cansei de escolhas.
Cansei de ser escolhida e de não ser escolhida.
Cansei de escolher e deixar de escolher.
A partir de hoje não escolho nada, quero tudo.
Quero uma vida azul com uma pitadinha de amarelo.
Uma longa caminhada acompanhada de muitos voos em minha imaginação.
Quero um amigo gato juntinho a um amigo cachorro.
Quero trabalhar com paixão.
Ter paixão e trabalhar.
Quero apaixonadamente viver.
Só isso.
Sem muitas escolhas.
Sem muitas paixões.
Quero o necessário.
Quero o que me faz feliz.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Tô indo...
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsequente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei em pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansada
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada.
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
- Lá sou amigo do rei -
Terei a mulher que quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
Manuel Bandeira, in Bandeira a Vida Inteira,
Rio de Janeiro, Editora Alumbramento, 1986
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Amorinho
Alguém doce, amável e fiel
Fiel a ideia de estar junto, ora aprendendo ora errando
Fiel ao amor que cultiva independente dos defeitos
Que são deixados de lado, pois esse alguém aprendeu a admirar qualidades
Se hoje meu coração bate forte,
Você é um dos motivos, um dos mais importantes
Aquele que faz com que eu cultive girassóis em meu coração
Que se mantém aquecido e colorido
Obrigada por tudo
Obrigada pelo amor incondicional
Mas principalmente por me dar a liberdade que muitos querem e poucos possuem.
Flávia Vasconcellos
15/4/11
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Drummond
Amor é privilégio de maduros
estendidos na mais estreita cama,
que se torna a mais larga e mais relvosa,
roçando, em cada poro, o céu do corpo.
É isto, amor: o ganho não previsto,
o prêmio subterrâneo e coruscante,
leitura de relâmpago cifrado,
que, decifrado, nada mais existe
valendo a pena e o preço do terrestre,
salvo o minuto de ouro no relógio
minúsculo, vibrando no crepúsculo.
Amor é o que se aprende no limite,
depois de se arquivar toda a ciência
herdada, ouvida. Amor começa tarde.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Naiana Alberti
Do outro, dez motivos para ficar em terra firme.
Só falta você decidir em que margem quer estar.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Gostei tanto do que li...
quinta-feira, 17 de março de 2011
John ou Martha?
quarta-feira, 9 de março de 2011
O que será que será
O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mentir e me faz implorar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os tremores me vêm agitar
E todos os suores me vêm encharcar
E todos os meus nervos estão a rogar
E todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz suplicar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
_ _ _ C _ por Fabrício Carpinejar
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Bom para todos os momentos...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
...o que sinto...
Sentir o mar
Lavar a alma...
Revigorar
Energizar
Acalmar o peito
Dormir direito
Afundar os pés na areia
Vivenciar a brisa
Ouvir os ruídos
Sentir os sentidos
sábado, 22 de janeiro de 2011
O vento ;)
Posso ouvir o vento passar,
assistir à onda bater,
mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver...
Eu pensei..
Que quando eu morrer
vou acordar para o tempo
e para o tempo parar:
Um século, um mês,
três vidas e mais
um passo pra trás?
Por que será?
... Vou pensar.
- Como pode alguém sonhar
o que é impossível saber?
- Não te dizer o que eu penso
já é pensar em dizer
e isso, eu vi,
o vento leva!
- Não sei mais
sinto que é como sonhar
que o esforço pra lembrar
é a vontade de esquecer...
E isso por que?
Diz mais!
Uh... Se a gente já não sabe mais
rir um do outro meu bem então
o que resta é chorar e talvez,
se tem que durar,
vem renascido o amor
bento de lágrimas.
Um século, três,
se as vidas atrás
são parte de nós.
E como será?
O vento vai dizer
lento o que virá,
e se chover demais,
a gente vai saber,
claro de um trovão,
se alguém depois
sorrir em paz.
Só de encontrar... Ah!!!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Aos amigos
Cícero.





