O que você sente? O que você realmente sente?
Estou pensando há alguns dias no verbo sentir.
Certa vez, em uma das vezes que fiz terapia, durante a faculdade de psicologia, minha antiga profissão, a minha psicóloga Dafny me perguntou: como você come? E naquele instante eu pensei em quão estranha aquela pergunta era. Com o passar do tempo, percebi o que ela queria dizer. Ufa! E ela completou meu pensamento dizendo: o modo como você come, é o mesmo modo como você se relaciona com os outros.
E como que num passe de mágica, entendi tudo. Você mastiga? Sente efetivamente o gosto? Sente o cheiro? Sente sabor? Sente prazer? Basicamente: você sente?
Hoje pensei nisso! Sentir é uma palavrinha mágica! Resolve muita coisa e proporcionalmente desafia. Todos os dias sentimos muitas coisas, mas como ensinar ao corpo a forma de sentir cada uma delas? Sentir apenas o que é emocionalmente agradável, por exemplo.
Não querido amigo, não há uma fórmula, não há um segredo. Sabe o que no fim acontece? Sentimos tudo, sempre! Mas com o tempo ensinamos o corpo a sentir cada vez mais apenas o que nos interessa.
Suas relações com as pessoas, são sentidas? Você se relaciona superficialmente? Ou você faz parte do pequeno grupo que conhece as pessoas que convive?
Que isso não seja um convite a superficialidade promovida por muitos, mas que os mais próximos sejam realmente próximos. Que o sentir esteja presente em cada ação, em cada pensamento. Que você se permita sentir tudo e nada, difícil? E que possa em um momento escolher aquilo que realmente deseja sentir.
Sinto muitas coisas e quanto mais sinto, mais avalio o que vale a pena sentir.
Estou pensando há alguns dias no verbo sentir.
Certa vez, em uma das vezes que fiz terapia, durante a faculdade de psicologia, minha antiga profissão, a minha psicóloga Dafny me perguntou: como você come? E naquele instante eu pensei em quão estranha aquela pergunta era. Com o passar do tempo, percebi o que ela queria dizer. Ufa! E ela completou meu pensamento dizendo: o modo como você come, é o mesmo modo como você se relaciona com os outros.
E como que num passe de mágica, entendi tudo. Você mastiga? Sente efetivamente o gosto? Sente o cheiro? Sente sabor? Sente prazer? Basicamente: você sente?
Hoje pensei nisso! Sentir é uma palavrinha mágica! Resolve muita coisa e proporcionalmente desafia. Todos os dias sentimos muitas coisas, mas como ensinar ao corpo a forma de sentir cada uma delas? Sentir apenas o que é emocionalmente agradável, por exemplo.
Não querido amigo, não há uma fórmula, não há um segredo. Sabe o que no fim acontece? Sentimos tudo, sempre! Mas com o tempo ensinamos o corpo a sentir cada vez mais apenas o que nos interessa.
Suas relações com as pessoas, são sentidas? Você se relaciona superficialmente? Ou você faz parte do pequeno grupo que conhece as pessoas que convive?
Que isso não seja um convite a superficialidade promovida por muitos, mas que os mais próximos sejam realmente próximos. Que o sentir esteja presente em cada ação, em cada pensamento. Que você se permita sentir tudo e nada, difícil? E que possa em um momento escolher aquilo que realmente deseja sentir.
Sinto muitas coisas e quanto mais sinto, mais avalio o que vale a pena sentir.
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